terça-feira, 8 de dezembro de 2015

LOOKS NO ESPELHO #16

Mais alguns looks para coleção! Vamos lá?


O que eu mais gosto na Forever 21 do shopping Vila Olímpia são as araras de peomoção. Eu sempre encontro bons investimentos por lá e esse vestido foi um deles. Me lembro bem, custava R$90 e tinha 30% de desconto. No final, paguei uns R$60 reais, o que mefez gostar mais ainda dele! Meus looks de preguiça em dias de calor são assim: vestido longo, sem acessórios e uma rasteirinha, prático e descomplicado!


Esse look foi todo pensado em torno da camiseta que, não dá para ver, mas tem um pavão lindo desenhado nas costas. Comprei ela do meu amigo e tatuador, Roger Oliveira, para dar o apoio de sempre! Ela é enorme para mim, mas eu adoro ela, já que é algo feito por uma pessoa que eu gosto muito. Como ela tem a mangla raglan, toda estilosinha, aproveitei para compor um look com skinny preta, creeper (gente, sigo amando intensamente) e jaquetinha bomber. Obviamente, a jaquetinha da coleção da Lala Rudge deu toda a graça no look (essa vocês acertaram mesmo a mão, Riachuelo!). 


Vejam como algumas poucas peças mudam completamente o visual e como as peças podem ser usadas de diversas maneiras no nosso armário! Aqui estou usando a mesma calça, bolsa e jaqueta que usei no look acima, mas uma sapatilha e blusinha mais arrumados mudaram totalmente o significado das peças! 


Esse aqui, tenho de confessar, foi repeteco de um look que já havia usado. Foi no aniveraário da Fê maravilhosa (julho) que tive ideia de usar o vestido listrado (encostado no armário desde de dezembro de 2014!) e fiquei muito feliz com o resultado, tanto que até repeti kkkk Esse vestido tem as costas bem cavadas e é justinho até a altura do joelho, sendo un desafio usa-lo sem ficar mega sexy ou mulher de negócios. Ele foi uma bagatela na época, coisa de R$60 reais, e eu nunca tinha conseguido montar look com ele, até que amarrei uma jaqueta na cintura, vesti uma meia calça e dei uma leve subidinha nele: voilá!


Por fim, esse foi mais um daqueles looks que eu vesri e depois que vi as fotos me perguntei "porque eu vesti essa merda?" HAHAHAHAHAHAHAHA Realmente não gostei do resplvado, alguma coisa não ornou, mas tudo bem, faz parte!


AUTOCONHECIMENTO


Nunca fui a mais bonita da turma. Na infância, a cabeça parecia muito maior do que deveria. Na adolescência, o cabelo desgrenhado e as calças largas não ajudavam muito. Não que eu quisesse afastar os garotos, muito pelo contrário. Mas mais do que querer a sua atenção, eu queria ser eu mesma.

Não usava maquiagem e minhas sobrancelhas eram grossas e sem desenho. E as olheiras então? Um pavor. Não usava brincos e minhas roupas não eram da moda. Eu usava até bermuda do uniforme para ficar na rua de casa. Ainda esses dias, vi uma menina de uns 12 anos com uma sobrancelha tão bem desenhada que eu fiquei me perguntando de onde partiu tanta vaidade.

Aos 12 anos eu ainda brincava de boneca, esconde esconde, escolinha.

Meus dentes sempre foram amarelados, não por falta de cuidado, acho que de genética mesmo. E agora estão piores por conta do café e coca-cola que tomo diariamente. Mas sempre tive sorriso largo e aberto, de quem está sempre disposta e receptiva.

Não tive muitos admiradores na época da escola, longe de mim, eu nunca fui a menina bonita da turma e, felizmente, isso nunca me perturbou, naquela época a minha aparência não importava mesmo.

Porém, mesmo não sendo a mais cuidada ou vaidosa, eu sempre fui parceira. Daquelas que atendiam amiga desesperada às 3 da manhã. Que dava o ombro e o coração para quem precisasse, sem saber que isso era altruísmo ou qualquer coisa do gênero. Eu também sempre me preocupei em mostrar para o mundo a minha personalidade, não sei em que momento que eu cheguei à conclusão de que eu precisava provar que tinha uma. 

Enquanto muitas meninas abanavam seus rabinhos e jogavam seus cabelos para os caras, eu conversava de igual para igual sobre futebol. Ou sobre política (mesmo na minha, então, limitada visão na época). Eu nunca quis me subjugar a eles, sempre quis andar lado a lado. 

Nunca me preocupei em parecer delicada ou indefesa. Por mais mirrada e fraca que eu fosse, peitava qualquer um se estivesse certa daquilo que estava falando.

É. Eu nunca fui a menina ideal da turma, que a mãe adora exibir para as colegas. Mas eu sempre tive coragem de ser eu mesma, seja quem eu fosse naquela época.

Olho para trás e vejo uma menina tão corajosa e sonhadora, que me cobro diariamente a não deixa-la morrer aqui dentro. A vida, não canso de dizer, é para quem tem coragem. E sonhos!


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