quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Looks no Espelho

Juro, juradinho, que não vou fazer looks no espelho para sempre. Mas vou tentar registrar dessa forma sempre que não conseguir registrar com a câmera. Então, dito isso, prossigamos!


Esse look eu usei na semana passada e foi num dia que estava mega cansada. É sempre assim, quanto mais cansada, mais despojados os looks. E mais uma vez estou usando a camiseta de batatas fritas, que é amor na terra! Acho ela tão divertida e TÃO eu que usaria todos os dias, apesar de ser um pouco mais fechada e quente! Meu tênis de vô (ou slip on, como quiserem), também virou minha escolha nos dias de preguiça, confortável e não muito quente.



Esse look é da segunda feira e gente, eu AMEI essa combinação!!! No final de semana eu fui ao shopping com a minha mãe e achei na Renner do Bourbon algumas promoções interessantes (que, como sempre, vão aparecendo no blog) e comprei duas sapatilhas mais arrumadinhas, já que um dos meus objetivos do ANO é ter roupas mais elegantes, para situações elegantes kkkk e comprei essa de onça na promoção, de R$140 por R$90. Já ajuda né? Ela tem muita cara de Santa Lolla, então fiquei feliz, pois é uma onça bonita e elegante!


Look de Terça, optei pelo creeper e blue jeans. Fazia tempo que não usava meu creeper e queria um look estilosinho e sem exageros. Sem novidade, nem ousadia. É como eu já disse, esse é o meu novo "básico", então não tem erro quando opto por esse visual. Tenho levado a terceira peça à sério quando uso um look mais liso e básico. Ela sempre constrói uma camada mais interessante para o look e foi com o coletinho jeans que eu criei essa camada.


Ontem resolvi tirar minha calça burgundy do armário e combina-la com meu tênis maravilhoso da Riachuelo. hahahahaha Fiquei escolhendo uma camiseta para compor o look, mas não queria algo muito "nigga" dessa vez, então escolhi a blusinha de brechó, que tem textura diferente e modelagem feminina, contrastando com o tênis. O cardigã de estrelas é sempre o meu personagem favorito dos looks, pois combina com tudo e me mantém aquecida no arcondicionado glacial da X!


Finalmente, hoje escolhi usar a calça dark floral e queria brincar com o mix de estampas e usei a, já batida, combinação de flores+listras. Como eu não tenho uma camiseta listrada preta e branca, coloquei a azul mesmo e achei que não ficou ruim! Eu tinha reunião, então usei a outra sapatilha nova, arrumadinha e phyna, para deixar o look menos informal. Porém a reunião foi cancelada e eu fiquei de chinelo o resto do dia, já que meus pés de ogra não estão acostumados com sapatos tão sofisticados HAHAHAHAAHAHAHAHA

Por enquanto foi isso, vamos ver quando darei as caras de novo! Gostaram?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Diário de Viagem: Arraial Eco Parque - Arraial D'Ajuda - BA

Em um dos dias da minha viagem para a Bahia, o Thiago e eu visitamos o Arraial Eco Parque, que é um parque aquático super bacana. Aproveitei para gravar um vlog para mostrar como o lugar é bacana e divertido! Espero que gostem!!

Assistam em HD, a imagem fica bem melhor!


Como puderam notar, eu sou bem nerd e gostei MUITO da parte dos Corais do eco parque hahahahahaha Então, se vocês quiserem saber um pouco mais sobre a iniciativa é só acessar http://coralvivo.org.br, lá tem um monte de coisas legais sobre a vida marítima e os corais! O legal é que podemos aprender sempre alguma coisa, então mesmo nas férias, com o objetivo de descansar, estávamos aprendendo algo!

O site do parque aquático é o http://www.arraialecoparque.com.br e eu acho o passeio bem legal para quem for passar alguns dias na região, dá para brincar muito, se refrescar, ver uma paisagem de tirar o fôlego e ainda curtir uns axés hahahahahahahaha Acho que apesar da espera para descer em alguns toboáguas, tivemos o privilégio de ver a praia de cima e olha, não canso de dizer, nosso país é muito lindo!


Sei que esse vídeo demorou para sair, mas pelo menos saiu, não é mesmo??? Antes tarde, do que nunca, pronto!

Diário da Blogueira: Minha mãe não me levou à Disney

Eu fui de uma geração (e classe social) que não exigiu muitos luxos na infância. Eu sei que sou jovem e dizer a frase "na minha época" ainda soa estranho. Como se eu estivesse contrariando alguma regra da vida que diz que até os 30 não podemos sentir que o tempo passou.


Mas sempre que tenho flashs do meu passado, sinto uma onda de nostalgia tomar o meu corpo e lembro com doçura das minhas aventuras. Fui uma criança humilde, pobre de dinheiro, mas rica de imaginação.

Não ganhei um iPad no meu aniversário de cinco anos, muito menos um iPhone aos 10. Ouso dizer que eles ainda nem eram realidade naquele tempo. Pra falar a verdade, eu quase não tive brinquedos. Tive poucos, perto da quantidade de brinquedos de algumas pessoas. Lembrando assim, acho que eu sentia apenas uma pequena frustração por não ter a boneca ultra revolucionária que trocava de cabelo (era bizarro, na verdade), ou porque não foi possível comprar aquele patinete tão maneiro que todo mundo tinha.

Mas eu nunca fui uma criança mesquinha e invejosa que quebrava o brinquedo dos outros por maldade. Eu brincava com zelo, pois era feito pedra preciosa poder brincar com os amigos.

Eu compensava a falta de bens materiais para o meu divertimento com a minha criatividade. É claro que eu não fazia a mínima ideia do que era ser criativa, mas com retalhos velhos, caixas de sapato, latas de extrato do Elefante, eu ia criando tudo aquilo que eu tinha vontade de ter: um sofá bem confortável para a minha boneca barbie (e era da mattel, tá?), ou uma banquinha de supermercardo. Fizemos em casa até mesmo uma lousa com a tinta que sobrou do portão, de tanto que eu gostava de brincar de escolinha (e nem eram essas tintas incríveis e apropriadas que existem hoje em dia, era tinta esmalte azul escuro, mas servia).

Eu fico me perguntando e acho que não faltou nada para mim nesse aspecto. Talvez naquela época eu sentisse mais falta de algumas coisas do que agora (tipo um avião da barbie), mas nada que tenha perdurado após tanto tempo na minha memória.

Nas minhas férias escolares eu não fui para a Disney. Eu visitei o sítio de uma tia em Minas Gerais. Ah! E teve a vez que eu fui para o Guarujá! (Aliás, depois fiquei 15 anos sem ir à praia), mas tirando esses dois lugares, minhas férias eram mesmo na casa da Juju. E da Débora. Bastava uma visita na casa da outra para tramarmos, no mínimo, um final de semana fora.

"Pede pra minha mãe, se você pedir ela deixa!". 

Chuto eu que essa foi uma das frases mais ditas da década de 90. Eu também não fui muito ao cinema quando criança, mas para compensar, batia cartão no Sesc Pompeia. Lembro até de uma vez que fomos lá para ver as atividades de folclore no final de semana e, quando cheguei na escola segunda feira, levei comigo os panfletos e relatei todas as coisas incríveis que fiz para a professora Luciula, falei tanto e tão bem daquela exposição que três semanas depois as professoras do segundo ano organizaram uma excursão para lá (e é óbvio que eu fui).

Minha mãe não me levou à Disney, mas me levou em todas as atividades culturais gratuitas que ela soube, porque meu irmão e eu amávamos. Uma vez fui ao teatro e o vilão da peça era o Dr Abobrinha (vamos lá gente, o Castelo Rá Tim Bum já tem 20 anos!) e eu me senti a criança mais esperta do mundo porque o reconheci.

Lembro de uma outra vez que fui numa festa de bairro e voltei com o rosto pintado. Tudo sempre de graça ou muito baratinho.

Fiz natação, mas meu forte mesmo foi na ginástica rítmica (e que saudade). Pensando bem, acho que tive uma veia artística desde criança! Eu não me contentava apenas em fazer as atividades. Eu treinava em casa, me fazia feliz. Não passei horas pendurada num computador (o meu primeiro entrou na minha vida quando eu tinha 17). Eu ia para o quintal depois da lição de casa e do desenho e às vezes brincava sozinha até o anoitecer.

Bolha de sabão, corda, esconde-esconde, rouba bandeira, queimada, circo, amarelinha, detetive, stop. Tudo que podia me divertir eu fazia. A via de regra era voltar inteira para casa, porque se não minha mãe terminava de me quebrar ao meio. Eu fui um terror para ela, a caçula menina com ares de moleque arteiro. 

Penso eu que crianças mais ricas morriam mesmo era de inveja: de toda a minha criatividade e liberdade. Por fim, eu não teria tempo para ir à Disney mesmo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Looks do dia: catadão de fotos no espelho

Como já frisei aqui no blog, não sei o que rolou com a bateria da Canon que não carrega por nada nesse mundo. Quer dizer, não sei se foi ela ou se foi o carregador, mas fato é que fiquei sem ferramentas para produzir meus materiais para o blog, como os looks do dia.

Não sei se alguém gosta de ver, ou se ajuda alguém, mas é algo que eu gosto de fazer de verdade. Registrar o que eu vesti e criar novas combinações. É minha forma mais genuína de expressão no dia a dia e eu gosto de continuar registrando meus looks.

Um dos grandes investimentos certeiros do Apê foi instalar portas de espelho no armário que fica na frente do corredor. Além de ampliar o lugar (aliás, vai ter post novo sobre o apê, afinal preciso retomar as informações preciosas sobre minha experiência hahahahaha), ele tem servido de ferramenta para eu  registrar alguns looks: quando eu lembro ou quando não estou muito atrasada, HAHAHAHAHAHA Do ano passado para cá algumas coisas mudaram no meu modo de me vestir. Não sei explicar exatamente o quê, nem o porquê, mas notei essas pequenas mudanças. Só sei que tenho gostado do que tenho vestido (seriam as aquisições na Forever 21? HAHAHAHAHA), e das combinações que tenho pensado.

Dito isso, trago alguns registros do que eu vesti nos últimos tempos, espero que gostem :)



Esse look tem um protagonista especial! O kimono (peça que conquistou meu coração), foi feito por mim! Sim gente, eu fiz esse kimono lindão. Como roupa "nova" não para quieta no armário comigo, logo que ficou pronto, produzi um look com ele. Como ele é MEGA estampado e tem franjas, acabei optando por peças pretas e básicas, assim eles não brigariam com as cores do kimono.


Kimono me conquistou mesmo né? HAHAHAHAHA Esse eu comprei na C&A e usei para montar um visual fresquinho e mais comportado. Eu não gosto muito de cagação de regra na hora de se vestir, mas existem algumas que eu concordo, tipo a regrinha de esconder um lado quando o outro está muito exposto. A saia era curta e a regata deixaria os braços muito de fora. Para sair eu não ligo, mas como eu trabalho e, apesar do ambiente descontraído, eu preciso ter o mínimo de postura e discrição. Mas faço isso sem deixar meu estilo de lado!


PARA TUDO QUE EU ENCONTREI A MELHOR CAMISETA DE TODOS OS TEMPOS!!!!!!
hahahahahahahahahahaha Esse look foi todo pensado a partir da camiseta de batata frita que comprei na C&A pela bagatela de R$29,90 (e nem era promoção!). Neste dia ainda era possível usar calça preta sem morrer assada pelo calor que tem feito aqui em SP. E também foi nesse dia que descobri que esse tênis não vai lacear nunca, porque depois de tanto tempo ele ainda machuca meus pés :/


Escolhi o top da forever 21 para usar com a saia longa no dia da festa de confraternização da firma. Arrumado, fresco e bonito para os registros hahahahaha Estava parecendo uma muambeira porque dormi na casa da Jessica neste dia, para não precisar me preocupar em voltar para casa sozinha depois, mais prático, né?


O vestido de limões da C&A eu comprei numa liquidação e paguei só R$49,90. Apostei nele para o almoço de confraternização com o cliente, afinal não podia ir toda maloqueiras (apesar das meninas saberem que eu sou maloqueira kkkkkkk ) O coque rosquinha no alto da cabeça foi resultado de um bad hair day misturado com muito calor. Pelo menos fiquei com cara de ryca km


Já esse look foi o que eu usei no Reveillon. Básico, preto no branco, ousado na mistura de estampas, com um toque fofo da tiara de flores que eu trouxe da bahia exclusivamente para usar na ocasião (e também no casamento, vai saber!). Como sempre passamos na casa dos pais do TH, fui com as havaianas que ganhei de natal e tava ótimo. Optei mais uma vez pelo conforto! A bermuda também é forever 21!



Os dois últimos looks são dessa semana! Até que enfim cheguei "perto", para estar em dia com o blog hahahahaha O primeiro foi com o kimono, porém três passos para fora do condomínio e eu tirei ele porque estava muito abafado. Então fiquei com o vestidinho preto super fresquinho e desisti da segunda peça. Tem horas que o conforto fala mais alto (ou seja, 90% dos casos!)

Ouso dizer que o segundo look foi um dos meus favoritos dos últimos tempos. Comprei esse tênis na Riachuelo semana passada e ele é LINDO, todo de vinil e com essa corrente nigga nos tornozelos. É a minha cara e combina com quase tudo do meu armário. A blusinha é uma surpresa feliz. Minha sogra e eu fizemos esses dias, junto de algumas outras peças, então posso dizer que é uma criação da confecção Nuvem de Algodão, loja da sogra, que antes só fazia pijamas e uniformes e agora tem se aventurado em outras terras! Achei que o recorte da skort mostrou delicadamente a minha nova tatuagem sem revelar muito e a composição, em geral, me deixou feliz.

O que vocês acharam das minhas últimas peripécias fashion?

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

2015


Ando em dívida com o blog. O último post que fiz já ficou em 2014, com todos os acontecimentos que pertenceram àquele ano.

Venho com a vontade diária (e ideias inúmeras) de manter um ritmo, mas passei o ano em clima de mudança intensa e agora que comecei a me recompor. Não falei nada antes não foi nem por privacidade ou coisa do gênero, foi por falta de tempo mesmo, esses poucos 12 dias de 2015 já me parecem 12 semanas, tamanho foi o fluxo de acontecimentos, trabalho e dedicação.

Como odeio ler textos autobiográficos que nada dizem, vou contar, resumidamente (ou pelo menos tentar) o turbilhão de emoções que venho vivendo desde o dia 1° de dezembro! Não sei se todos vocês que acompanham o blog sabem, mas eu me mudei para o meu apartamento nos meus últimos dias de férias, na última semana de novembro. Isso já seria emoção e bagunça o suficiente para me afastar do blog e pelos motivos óbvios de conseguir encaixar tudo em seu devido lugar. Mas se já estava difícil encaixar uma responsabilidade nova, que é ser dona de uma casa, entre todas as outras tarefas, uma bomba caiu no meu colo.

Meu chefe, que foi meu grande parceiro em 2014, que me ensinou uma porção de coisas, acreditou no meu potencial (e trouxe ele à tona), que me deu oportunidades incríveis, resolveu partir para um novo desafio profissional após 10 anos de empresa. Eu sei que isso é normal e todo mundo já passou ou vai passar por isso um dia, mas tenho certeza que se você fosse funcionário dele, sentiria o mesmo. É um grande amigo e um grande líder (apesar de ser meio maluco e desorganizado kkkk). E isso tirou tudo dos eixos, eixos esses que foram tão complicados de arrumar em 2014 para nosso trabalho ser cada vez melhor. Com a saída dele tudo mudou de figura e o medo e a insegurança do futuro mudar assim, bateu na minha porta. Nos dias de recesso, durante as festas de final de ano, eu fiquei de plantão e acabei tendo demanda da minha cliente todos os dias, então não estava de folga, na piscina. Estava resolvendo pendências que agora, mais que nunca, eram minha responsabilidade.

A primeira semana de trabalho veio e junto uma nova pessoa para coordenar minha equipe e trabalho, o que nos pareceu ótimo até ela receber uma uma oferta de emprego que ela tanto almejou. Coisa de novela, gente hahahahahahaha. Agora, na segunda semana do ano, começo a organizar as ideias.

Felizmente, tudo que aconteceu foi realmente bom. Tanto para o Gabryel, quanto para a Fabi (e para a Lara que será minha nova chefe), mas aconteceu tanta coisa nesse mês (e nessa primeira semana útil do ano), que eu mal tive tempo de refletir, foi só um atropelamento de acontecimentos acompanhados de um drama sem fim.

Alheio à tudo isso, tive o primeiro mês no Apê dos Lindos, com um monte de coisa dando certo, um monte de coisa dado errado, uma nova carga de responsabilidade com mercado, limpeza, organização, dinheiro. É uma carga grande, mas deliciosa, então tem valido o esforço.

Contei tudo isso só para dizer que eu não sumi, eu só estava assimilando e digerindo toda essa loucura que aconteceu na passagem de 2014 para 2015.

Eu, sinceramente, olhando agora, estou achando incrível! (Apesar de ter surtado no início hahahahahahaha). A capacidade de mudança, transformação e adaptação do ser humano é algo sublime. Podemos mudar, podemos nos transformar, fazer as coisas de um jeito diferente conscientemente.

Meu ano começou diferente dos últimos: sem viagem para Itu (que já tinha virado tradição), sem bebedeira até cair na madrugada da virada, com muito trabalho logo na primeira semana, sem enrolação, com coisas boas na vida profissional. É, definitivamente, 2015 começou de maneira totalmente diferente.

Por um breve momento, quase uma semana inteira, fiquei aterrorizada ao pensar o que o futuro me preparava. Sonhei com tempestade chegando. Eu sempre tive medo da tempestade. Mas, no final, acho que significava que era hora de lavar a alma para estar pronta para tudo que o futuro tem me reservado. Então eu aceito, seja lá o que for.

Vem 2015, eu já não tenho mais medo de você! 
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