terça-feira, 21 de outubro de 2014

Look do dia: Flower Power

Viver em SP sempre foi e sempre será uma loucura, mas agora viver em SP também significa viver, literalmente, todas as estações do ano em um dia. Alguém pode virar e dizer "tá, mas isso acontece desde sempre", mas hoje em dia o negócio está feio MESMO!

No dia que eu vesti esse look foi bizarro. Estava de rasteirinha, pronta para um lindo dia de sol. Antes que eu pudesse sair de casa, o tempo fechou e começou o MAIOR toró e então eu coloquei o boot e uma jaquetinha, peguei meu guarda-chuva bengala e sai arrasando na vida. Quando postei uma foto no instagram (segue lá! é @vivisfroes), com os pés na chuva, o pessoal pirou e me perguntou onde é que eu estava que tinha chuva.

Para completar, quando eu cheguei na X, tava sol gente! Então, é óbvio, passei calor o dia INTEIRO!




Resumindo: não interessa o look que você escolher, você sempre vai se dar mal! hahahahahahahaha Agora, falando sério, quando virei para a minha amiga Karina e disse que queria uma YellowBoot não podia imaginar que ia me apaixonar TANTO. Essas botonas pesadas costumam ser de couro e impermeáveis. A minha está imunda, mas ela toma chuva e logo fica sequinha, não esquenta os pés mais do que deve, então é possível usar em dias mais quentes, com bermuda e vestidinho, então ela não fica parada quando o inverno acaba.

Ela combina com praticamente tudo que tem no meu armário e isso me deixa muito feliz, porque ela foi super cara, então tenho que fazer valer o investimento! Confesso que a camiseta não me agradou tanto no conjunto da obra, mas ainda assim é um look que eu amei! Tenho morrido de amores por dark floral e não tiro mais essa calça de neoprene do corpo. Tem algumas tendências que vão durar mais do que uma estação no meu armário! <3

Diário da blogueira: ausências

Muitas de vocês devem ter acessado o blog na última semana em busca de novidades e o que encontraram foi o último post de sempre. Já não é a primeira vez que fico tanto tempo sem postar, mas essa semana tem sido diferente.


Fiquei sem postar por alguns motivos e gostaria de verbalizar eles para o mundo. Minha parceira de trabalho pegou duas semanas de férias e meu trabalho dobrou nos últimos dias.

A internet na casa do Thiago está com problema há mais ou menos uma semana e não consigo chegar e postar de casa (o ideal, sempre), também não sei quando a internet será arrumada, então sigo aguardando, afinal também não consigo postar do trabalho com tanta coisa a se fazer.

A bateria da minha câmera deu pau e não está funcionando direito. Na verdade ainda nem consegui descobrir o que aconteceu de fato, se foi a bateria ou o carregador. Só sei que alguma coisa está errada e preciso ir na assistência para verificar o que é.

Aprendi a ler os sinais da vida. E, se neste mês de outubro, todas essas coisas aconteceram, resolvi não me desesperar. Havia combinado uma porção de tutoriais com as meninas da Revista Necessaire e não consegui atende-los, pensei numa porção de vlogs e posts sobre beleza, sobre o apê, sobre o verão, que logo menos tá ai.

Mas resolvi não me desesperar mesmo. Se não pude entregar um tutorial, ou um post, é melhor deixar quieto como está, ao invés de fazer algo ruim, mal feito. Já passei dessa fase.

Além das questões técnicas, também me deparei com um monte de questões emocionais e espirituais. Nada que vá fazer o Pitada ser tirado do ar. Passei a me preocupar com o tipo de exposição que eu estou me submetendo. Óbvio que aqui, no blog, estou falando de mim para mim mesma, de forma pessoal, como um diário mesmo, mas acho que acabei expondo coisas demais nos últimos meses, não aqui, nas redes sociais em geral. E exposição atrai olhares e atrai energias. Do mesmo modo que pessoas muito positivas se conectam a mim, pessoas muito negativas também.

Infelizmente até pessoas próximas. Então acabei passando por uma limpeza, um afastamento de tudo aquilo que estava me oprimindo. Resolvi falar menos das minhas coisas, falar menos em geral, ficar mais centrada, para poder compreender todas essas coisas do último mês. E compreendi que não cabe a mim deixar de falar, de ser eu mesma. Devo continuar fazendo tudo aquilo que me alegra, que me deixa feliz, que me completa. Talvez eu apenas deva me afastar daquilo que não tem feito bem para mim. Mas não deixarei de fazer aquilo que faz bem.

São aprendizados assim que vão nos transformando e amadurecendo!

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