terça-feira, 21 de outubro de 2014

Diário da blogueira: ausências

Muitas de vocês devem ter acessado o blog na última semana em busca de novidades e o que encontraram foi o último post de sempre. Já não é a primeira vez que fico tanto tempo sem postar, mas essa semana tem sido diferente.


Fiquei sem postar por alguns motivos e gostaria de verbalizar eles para o mundo. Minha parceira de trabalho pegou duas semanas de férias e meu trabalho dobrou nos últimos dias.

A internet na casa do Thiago está com problema há mais ou menos uma semana e não consigo chegar e postar de casa (o ideal, sempre), também não sei quando a internet será arrumada, então sigo aguardando, afinal também não consigo postar do trabalho com tanta coisa a se fazer.

A bateria da minha câmera deu pau e não está funcionando direito. Na verdade ainda nem consegui descobrir o que aconteceu de fato, se foi a bateria ou o carregador. Só sei que alguma coisa está errada e preciso ir na assistência para verificar o que é.

Aprendi a ler os sinais da vida. E, se neste mês de outubro, todas essas coisas aconteceram, resolvi não me desesperar. Havia combinado uma porção de tutoriais com as meninas da Revista Necessaire e não consegui atende-los, pensei numa porção de vlogs e posts sobre beleza, sobre o apê, sobre o verão, que logo menos tá ai.

Mas resolvi não me desesperar mesmo. Se não pude entregar um tutorial, ou um post, é melhor deixar quieto como está, ao invés de fazer algo ruim, mal feito. Já passei dessa fase.

Além das questões técnicas, também me deparei com um monte de questões emocionais e espirituais. Nada que vá fazer o Pitada ser tirado do ar. Passei a me preocupar com o tipo de exposição que eu estou me submetendo. Óbvio que aqui, no blog, estou falando de mim para mim mesma, de forma pessoal, como um diário mesmo, mas acho que acabei expondo coisas demais nos últimos meses, não aqui, nas redes sociais em geral. E exposição atrai olhares e atrai energias. Do mesmo modo que pessoas muito positivas se conectam a mim, pessoas muito negativas também.

Infelizmente até pessoas próximas. Então acabei passando por uma limpeza, um afastamento de tudo aquilo que estava me oprimindo. Resolvi falar menos das minhas coisas, falar menos em geral, ficar mais centrada, para poder compreender todas essas coisas do último mês. E compreendi que não cabe a mim deixar de falar, de ser eu mesma. Devo continuar fazendo tudo aquilo que me alegra, que me deixa feliz, que me completa. Talvez eu apenas deva me afastar daquilo que não tem feito bem para mim. Mas não deixarei de fazer aquilo que faz bem.

São aprendizados assim que vão nos transformando e amadurecendo!

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