quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pitada de Nerdice: A Vingança Veste Prada

Assim que eu vi que a continuação de O Diabo Veste Prada ia ser lançada, entrei em polvorosa. Acontece que gosto muito do filme e um novo livro era um possível novo filme e fiquei esperta para quando a tradução saísse. Assim que eu vi que já estava sendo vendido, corri para garantir o meu e para minha felicidade (e das minhas economias/enxoval) ele não foi mais que R$35,00 reais, pelo site da Fnac.


Quando fiz a compra, aproveitei para pegar mais alguns outros livros de moda baratinhos e comecei a ler outro primeiro, então não li imediatamente. Quando comecei não parei mais. A história é muito boa e bem escrita, contando como a vida de Andy Sachs está após 10 anos do período em que trabalhou para Miranda Priestly na revista Runway.

Eu diria que foi até mesmo surpreendente, pois não imaginava que ela seria construída dessa maneira. Sem relevar detalhes para quem tem intenção de ler o livro, Andy se casa, mas não é com seu primeiro amor, Alex (o bonitão do primeiro filme), porém o maior acontecimento de sua vida certamente não foi esse e sim a criação de uma revista: Plunge. A publicação é especializada em casamentos, porém não é uma revista qualquer como as demais das bancas, é sofisticada, complexa e cobiçada. Tão cobiçada que com apenas 3 anos de vida a Plunge chamou a atenção de sua arqui inimiga e o grupo que detém as maiores revistas do país, Elias-Clark,  porém como a revista não é só dela, será um grande desafio, pois ela não quer vender, mas sua sócia e melhor amiga, Emily (sim, a Assistente Sênior do primeiro filme), mal vê a hora de assinar o contrato (que pode ser uma furada para elas). 

Essa é só a trama principal do livro, mas acontecem muitas outras coisas interessantes e que prendem a nossa atenção, como traição, maternidade, o amor eterno do primeiro amor, as amizades e a distância, o relacionamento com a família. Juro que mesmo contando tudo isso, acontece muita coisa surpreendente no livro.

A única coisa que não entendi, ou pelo menos não gostei muito, foi o nome do livro, pois achei que ele não se aplica tanto assim à história. Não pelo menos sob a minha ótica. Mas é claro, todos nós vemos e entendemos as coisas de diferentes maneiras. De qualquer forma, é uma leitura mais que indicada!

Se resolverem ler, venham aqui conversar comigo sobre a história e seus detalhes!!

Diário da blogueira: Férias em Jericoacoara

Quando o Thiago e eu decidimos que nas nossas férias viajaríamos para um lugar bacana, já estávamos com a intenção de ir para um lugar bem diferente, afinal queríamos tirar SP da cabeça.

Uma amiga, a Vanessa, falou que seria legal irmos para Jeri e começou a me dar várias dicas. Depois que sugeri para o TH, alguns outros amigos também opinaram positivamente então decidimos o nosso destino. Um dos fatores primordiais era a exuberância do lugar e outro foram os preços. Jericoacoara é uma cidade barata e faz valer cada centavo investido.

Jeri foi descoberta pelo turismo há quase 20 anos, em 1985, e até então era uma pequena vila de pescadores (como a maioria das vilas da região). O lugar é praticamente inóspito e distante de tudo, sendo parte integrante do Parque Nacional de Jericoacoara. Por ser um lugar tão "intocado", a região passou a ser de proteção ambiental e, para vocês terem noção, as ruas de Jeri não podem nem receber pavimentação. Mas não pensem que isso se torna um ponto negativo. Pelo contrário: deixa tudo mais despojado e até romântico! Depois conto mais sobre a história do lugar, quando eu for falar sobre os pontos turísticos!

O lugar é um pedaço do paraíso, não canso de dizer, então aqui vão algumas fotos para vocês entenderem!

tão vendo essa faixa de vegetação ao fundo da foto? então, Jeri é isso ai!
Duna do Por do Sol 


Lagoa do Paraíso 
Praia da Malhada vista do Morro do Serrote 
Mangue tomado pelo Mar a caminho de Tatajuba
Resolvi fazer posts beeeem detalhados sobre a viagem, pois fica mais fácil se alguém quiser ir conhecer também e dá para se organizar financeiramente direitinho!

Vamos por partes! Burocracia:

Coisas como passagens aéreas, hospedagem e dinheiro são sempre a primeira coisa a se resolver quando se organiza uma viagem. Para chegar em Jericoacoara temos que percorrer um loooongo caminho: de São Paulo pegamos um voo para Fortaleza que tem 3:30 de duração, aproximadamente. De Fortaleza é preciso pegar um ônibus até o município de Jijoca de Jericoacoara, viagem com mais de 5 horas de duração, e em seguida mudar o meio de transporte para uma jardineira e seguir até Jeri, pois o ônibus não chega até a vila (que fica a mais de 300km da capital cearense). De jardineira ainda vão mais uns 50 minutos.

Se trata de uma viagem desgastante e cansativa, porém vale todo o esforço. Como o Thiago e eu fizemos: as datas das férias ainda eram meio incertas e quanto mais cedo comprássemos as passagens, mais baratas elas seriam, então assim que ajustamos esse ponto, compramos as passagens pela TAM. Elas poderiam ter saído muito mais baratas, mas nossos escritórios complicaram um pouco nossas vidas. Enfim. O transfer para Jericoacoara sai às 8h do aeroporto e não quisemos chegar um dia antes e dormir em Fortaleza, então pegamos um voo na madrugada e ainda sim chegamos cedo: às 3h e tivemos que esperar até o horário. Foi uma longa jornada e cansativa, pois não conseguimos dormir, então assistimos filme, conversamos, fizemos piada, andamos e nunca dava o horário.

A empresa que oferece o Transfer é a Fretcar e eu quase não consegui comprar as passagens a tempo. Acontece que no site eles têm um simulador de preços que informa "passagens ainda não a venda", mas não deixam claro que não é possível fazer compra alguma pelo site.

É preciso ligar em algum revendedor autorizado. Como eu desembarquei no aeroporto, escolhi comprar com a OpenPoint. Para comprar antecipado com eles é preciso ligar e solicitar as passagens, para que o funcionário passe os dados para transferência/depósito. Quando ele confirma o pagamento, ele solicita os dados dos passageiros e passa os números das poltronas. Depois é só retirar as passagens no balcão da Open, direto no aeroporto. Então lembrem-se: liguem nas autorizadas para comprar as passagens, não deixe para comprar em cima da hora porque pode esgotar!

Como foi nossa primeira vez lá, fizemos como todas as outras pessoas fazem, direto com a FretCar, mas em Jeri descobrimos várias outras opções. Alguns ônibus saem em horários mais flexíveis de Fortaleza para Jijoca (da rodoviária) e existem outras jardineiras no vilarejo, além da FretCar. Também tem pequenas empresas que fazem o transfer de Hilux. Não cheguei a ver preços, porém é uma opção muito mais confortável e rápida, principalmente entre Jericoacoara e Jijoca de Jericoacoara. Acho que numa primeira visita vale ir de jardineira para conhecer, porém se eu voltar, vou querer um pouco mais de conforto, pois é uma viagem longa e cansativa. Mas ressalto que os ônibus da FretCar são muito bons sim e se vocês puderem escolher as poltronas, escolham entre 1,2,3 ou 4, pois são as mais confortáveis do ônibus! Digo com conhecimento de causa!

Valores: Passagens ida e volta pela TAM para o casal: R$1250. Passagens ida e volta com transfer incluso pela FretCar para o casal R$272 (R$68 a passagem).

O próximo post vai ser sobre hospedagem, então espero que gostem!!

Um beijo

Pitada de Beleza: So Chaud - MAC

Dia primeiro de outubro o Th e eu completamos 4 anos juntos e como ele não teve tempo para comprar o presente durante o dia, resolveu ir comigo ao shopping para eu escolher. Em relação a coisas fofinhas o Thiago é muito bom, mas sempre prefere que eu escolha os presentes "maiores" para que não tenha erro. Quando chegamos no shopping passei umas duas vezes em frente à loja da MAC, até que ele me incentivou a entrar e escolher algo.

Eu fico muito em dúvida sempre que vou investir em maquiagem, pois alguns itens são realmente caros, então procuro escolher alguma coisa que tenha muito uso (por exemplo, evito comprar bases muito caras, pois sempre preciso de muitos tons e isso pode ser um bueiro financeiro). Então normalmente escolho sombras, batons e blushs, que têm maior duração e são usáveis em praticamente todos os tons de pele.

Então resolvi escolher dois batons e um deles foi o So Chaud. Acho que eu nunca nem tinha visto nada sobre ele, nenhuma foto, resenha, ou swatch, não que eu me lembre, na verdade eu nutria um desejo quase que completo pelo Morange, que é um lindo batom. Quando eu cheguei na loja testei ele no dorso da mão e fiquei meio desapontada. Acontece que nem todo tom de laranja fica bem no meu tom de pele. Até que, na parte dos batons matte, meus olhos enxergaram ele.




É um laranja vivo, mas fechado. Sem aquele tom cítrico do Morange e de outros batons, muito puxados para o neon, ele é matte e não é tão seco quanto o Ruby Woo, mas fica bem confortável e firme por várias horas, além de ser super pigmentado.


Quanto ao batom em si, nada a acrescentar ao que já declarei aqui sobre os batons da MAC: realmente confortáveis, sem um gosto ruim, cheiro agradável. São os batons mais queridos de todos, com tanta qualidade e cores tão maravilhosas!

Depois que peguei ele, não quis pensar duas vezes e escolher outra cor!! Ganhei outro, mas mostro depois! Esse? Já virou favorito <3
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...