domingo, 28 de julho de 2013

Look do dia: ramones, meia calça e creeper

Usei esse look para ir ao cinema no sábado passado (não ontem) assistir Truque de Mestre com o TH e meu cunhas e comprei todos os itens (menos a bolsa e o sapato) no mesmo dia. Comigo é assim: roupa nova no guarda roupa QUEIMA, pois não dou tempo nem bem de tirar da sacola!

Fui com a minha sogra comprar alguns tecidos lá no Bom Retiro, para quem não é de SP e não conhece, lá é um polo comercial de vestuário e também de itens para produção do vestuário. Para quem quer comprar bem ou então costurar/abrir confecção, lá é um dos melhores lugares para começar. Aproveitamos que estávamos pertinho da Rua José Paulino (a mais famosa da região) para dar uma olhada nos precinhos, afinal estava tudo em liquidação!

Passando por uma lojinha vi essas blusinhas com temas de banda e tinha com manga comprida. Nem preciso dizer que pirei né? Corri e comprei duas, mas uma não é de banda, ela vai aparecer essa semana no blog.


A bermudinha não é do Bom Retiro, comprei junto da meia calça no Extra da Anhanguera, não tenho nenhuma bermudinha preta/escura, só em lavagens de blue jeans, camuflada e até alfaiataria, então aproveitei que queria muito e ela estava baratinha para comprar, mas ela está meio folgada, pois o menor número era 38! A meia calça eu acabei comprando depois de muito pensar, mas adorei no corpo e estou tomando o maior cuidado para não puxar nenhum fio, afinal ela é muito diferente e estilosa ao mesmo tempo (diferente de algumas meias, que são horríveis!) e ela combinou muito com o meu estilo!!

No fim do dia eu estava muito contente com o look que montei, pois achei muito legal e a minha cara ao mesmo tempo!!

Camiseta Ramones R$20 | Bermuda Extra R$30 | Meia Calça Trifil Fashion R$ 20 | Creeper R$100 | Bolsa Emme Presente <3

Diário da blogueira: e quando surge a frustração?

Quem nunca se deitou para descansar após um longo dia de trabalho e começou a pensar na vida. A gente começa aos poucos, pensa nos dilemas do dia, de como foi difícil resolvê-los. Dali a pouco já estamos pensando em como não gostamos tanto assim do que fazemos. Adormecemos. Outro dia passa e novamente recostamos nossas cabeças no travesseiro. Mais pensamentos e reflexões. Acontece que em determinado momento estamos repensando até mesmo as nossas escolhas, nossos relacionamentos, amizades. Tudo. Talvez, ao mesmo que tempo que seja uma dádiva, o questionamento seja um fardo difícil de carregar.

Afinal não sabemos as respostas de quase nenhuma de nossas perguntas e o que fica são sempre mais perguntas. Às vezes através de tantos questionamentos nos deparamos com uma intrusa que vive à espreita: a frustração. Não é algo inerente à vida, ou que seja contagioso, como a gripe. É algo que vem nos destruindo de dentro para fora e quando nos damos conta, já estamos amargos e diferentes (muitas vezes para o lado ruim, infelizmente).

Talvez alguém que chegue até aqui possa dizer que nunca se frustrou após horas de reflexão sobre sua própria vida e talvez até tenha que realmente nunca se frustrou, mas venho lidando com isso há um tempo e gostaria de compartilhar um pouco mais além das sombras e batons que tenho na maleta de maquiagem.

Toda vez que começo um papo com alguém sobre a vida, sobre problemas e dilemas, há sempre quem diga que "todos nós passamos por isso e que é um momento de transição, então é preciso ser forte". Minha frustração com a vida se agrava ai. Não quero saber se todos passam por isso, eu estou passando agora e não está fácil, então podemos focar em "como melhorar"?.

"Como melhorar". Soa tão simples, não? É simplesmente ligar a chavinha e, pronto, tá tudo bem novamente. Na verdade, as mesmas pessoas do discurso vazio de que todos passam pela mesma coisa, são as mesmas pessoas que nos pedem para ficarmos bem. São as mesmas pessoas que simplificam o que não dá para ser simples e dizem "pronto, essa é a fórmula da felicidade". A impressão que dá é que querem se livrar logo da conversa.

Então ai percebemos que não temos tantos amigos assim, que as pessoas que pareciam próximas não são tão próximas assim e que no fundo, eles agem com superficialidade com o que acontece em nossas vidas. Mas ai vocês me perguntam "e agora, se a gente não tem ninguém, o que podemos fazer para melhorar?". Então eu respondo: também não descobri, mas quero falar sobre um lado da frustração que muitas pessoas nem consideram existir.

Quando uma pessoa se vê frustrada, outras pessoas usam essa frustração como fonte de inspiração para que algo seja alcançado. Seja perder peso, seja arrumar um novo emprego, seja arrumar um novo amor. Tudo é muito simples da boca para fora: "ah, é só parar de comer e fazer 500 abdominais por dia". Mas e na hora de passar fome? A gente quer desistir. Dizer "Vai e faz" é fácil, ir e fazer é tão simples quanto? Não acho.

É a mesma coisa que penso sobre a frustração profissional, ou então no relacionamento. Penso que se tem um sentimento que a frustração traz, mais que a motivação para uma vida melhor, é o sentimento do medo. Quando estamos desacreditados, simplesmente temos medo de arriscar, de nos jogar para uma nova vida de possibilidades. De criar e de nos desfazer de antigos hábitos. Fica uma névoa escura pairando em nossas cabeças e nos faz pensar que, realmente, não tem nada que possamos fazer para melhorar, ou até mesmo não há maneiras de mudar, pois nada seria algo de sucesso.

Tá, eu sei que isso é coisa da cabeça. Mas novamente eu pergunto: Tá, e como faz para mudar isso? São caminhos e escolhas muito difíceis de tomar e na hora que a gente se pega pensando nessas coisas, não faz a mínima ideia de como melhorar, apenas pensamos em como não somos capazes de nos "mover".

Acho que, talvez, falando sobre isso, afaste cada vez mais e encontre mais força para resolver os pontos soltos da minha vida. Melhor ainda usar um espaço meu para falar sobre isso, afinal nem sempre as pessoas estão interessadas em conversar conosco de verdade. Estão apenas fazendo "média", então deixa esse texto com essas palavras no mundo, para que alguém que queira conversar, saiba que tem outras pessoas passando e pensando a mesma coisa. E ai, enquanto isso, vou vivendo mais um dia após o outro.
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