sexta-feira, 10 de maio de 2013

Dicas: Compras na 25 de março

Há meses combinava com duas amigas do trabalho de irmos na 25 de março.
Até que, depois de muito "marca/desmarca", conseguimos ir. Aquele polo de compras é uma relação delicada de amor e ódio, afinal você encontra tudo lá, porém é preciso ter muita disposição e paciência para andar por tudo, encontrar bons preços e ainda mais, lidar com as pessoas, pois é fato sabido que é um mar de gente.

Bom, dessa vez não comprei tantas coisas como eu compro normalmente, uma vez cheguei numa loja e surtei, comprando muuuitas coisas e delas, a maioria está lá, encostada e sem usar. Acho que em algum momento a gente aprende a fazer boas escolhas lá na 25, compras mais assertivas. Foi o caso da última visita.


Comprei outras coisas, algumas à pedido da sogra, outras coisas para iPhone, algumas até para o meu enxoval (depois vou falar sobre isso) e poucos acessórios. Fazia algum tempo que eu queria me aventurar na tal earcuff, pois é esteticamente bonita e acho que combina com cabelo curto. Porém tem um lado negativo: aperta a parte da traz da minha cabeça e faz ela doer (em defesa da earcuff, tiaras e óculos também apertam e incomodam). Na mesma linha de coisas para apertar e doer a cabeça, encontrei essa tiara e achei ela liiinda.


O colar não comprei em nenhuma loja, fui para os camelôs. Acho que, mais uma vez, vou incentivar o "não pré-conceito" com barraquinhas e lojas populares, você encontra muita coisa bacana nesses lugares. As meninas já haviam pechinchado (existe essa possibilidade com os caras) o colar por R$10 e ai voltamos para buscar. Em minha defesa, nunca tive um maxi colar e não queria gastar muito dinheiro em um sem saber se vou usar ou não. Também nas barraquinhas encontrei essas pulseiras, do jeito que gosto: de courinho e spikes. A de spikes é bem pesadinha, de metal mesmo, muito legal.


Na mesma loja da tiara, encontrei esse anel duplo de chave. Queria um de cruz, mas o que encontrei que não estava valendo o que custava e nem era tão legal. Então quando vi esse e experimentei, garanti correndo para mim. Lindo mesmo. Tem uma loja, dentro do shopping da ladeira, se não me engano o nome é Mauro Bijouterias. Ela é a maior que tem lá dentro, no andar que é na altura da ladeira. E ela é incrível, baratinha e tem todo tipo de coisas, até utilidades para iPhone e afins. Lá sempre encontro alguma coisinha (minhas amigas gastaram bem lá) mas eu quis apenas os dois anéis acima, ambos baratinhos e delicados. (o de spike  tenho usado diariamente).


Comprei lá também um par de alargadores dourados, pois tenho pretos e prateados (tenho azul e branco também, mas não uso). Eu tenho 4mm alargados, porém não vou aumentar, por dois motivos: orelha pequena e trabalho afinal já basta ter piercing, tattoo e alargador, imagina tudo isso em grandes proporções? Justa causa, hahahaha.

Minha dica maior (além da variedade de opções) é você economizar uma graninha, pegar um dia e ir lá bem cedo, chegar umas 8:30, para andar bastante e ver as opções, pois às vezes você quer uma bijou mais cara ou até mesmo comprar para revender. O que mais tem lá são opções para todos os bolsos.

Pitada de estilo: bolsa na mão


De uns  bons tempos para cá surgiu uma pequena onda de usar a bolsa, independente do tamanho, carregada na mão, fazendo o ar "cool" de andar como se estivesse numa passarela. Ok, sei que muitas pessoas não aderiram, porém li em tantos blogs que era "o jeito de carregar bolsa do momento", que fiquei curiosa para saber qual a sensação.

Quando eu vejo blogs/ lookbook de streetstyle eu logo pressuponho que as pessoas usam aquilo ali na rua mesmo, no dia a dia. Essa é a essência da brincadeira. Então eu logo concluo de que é assim que devem se portar. No nosso dia a dia, de pessoas normais que não são it girls e não andam com fotógrafos particulares, escolhemos tamanhos de bolsas variados.

Aproveitei que ontem estava com uma bolsa relativamente pequena e, enquanto andava numa rua deserta chegando do trabalho, resolvi testar a brincadeira. Encaixei a mão por dentro da alça e apoiei a bolsa na altura do quadril. Comecei a caminhar e, óbvio, a bolsa começou a escorregar. Arrumei e tentei pressioná-la levemente contra o meu corpo para que ela ficasse firme no lugar. Aconteceu a mesma coisa, ela foi escorregando.

Tentei a façanha por uns 25 metros e meu corpo já se incomodava com a ideia de ficar arrumando a bolsa automaticamente enquanto ela caia, não era nada prático. Ok, não precisava necessariamente carregar a bolsa daquele jeito para ter certeza de que era algo que não funcionava. Porém, quis tentar e contar a sensação, justamente para ilustrar uma opinião minha.

Essas mini tendências só me fazem ter certeza de que as influências que recebemos DEVEM ser filtradas e canalizadas de forma positiva, e não serem vendidas como a nova melhor forma de carregar bolsa do universo, afinal além de não ser prático, me dá a impressão de que a sua alça estourou, por isso você está carregando a bolsa assim. hehe
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