segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Diário da blogueira: um dia de folga


Olá, tudo bem com vocês?
Eu estou aqui. Apenas. Pensativa até. E com uma vontade louca de falar. Falar apenas coisas que não sejam dicas ou tutoriais. Produtos ou roupas. Quero apenas falar o que está dentro do peito neste final de semana que está para acabar.

Sexta foi dia de folga, a cidade fez aniversário e, clichê ou não, o presente foi meu. Sai para andar de skate. Passar algumas horas no parque curtindo com pessoas queridas. Foi o momento que eu tive certeza que preciso retomar algumas atividades (principalmente as físicas) e aproveitar mais pequenos momentos (como "acertar" aquela pseudo manobra que não faço há anos). Depois nos demos ao direito de brindar a vida numa churrascaria, comendo bem, sem pensar em mais nada. Quer dizer. Pensando e falando de tudo, mas vivendo o momento.

Sábado era dia de descansar e sair para ver os amigos, passar por momentos bons. E assim foi. Até altas horas da madrugada (afinal precisamos comer, além de tudo). E por fim chegou o domingo, com o pesar de que se algo precisasse ser feito, para a vida, ou para o blog, precisava ser feito na hora, de imediato. E aí que as horas não passaram, se arrastaram. De início a desculpa: a minha amiga está aqui, vou ficar com ela e depois do almoço penso nisso.

Ela foi embora com meu amigo, seu namorado. Pensei então: agora vou almoçar, depois eu penso nisso. Almocei. Escrevi um texto que precisava ser entregue (às vezes a gente tem que trabalhar por fora). Subi para o quarto com o intuito de produzir. Com o intuito, sem a intenção, ou vontade. Sentei na cama e li alguns sites, olhei outras fotos e nisso perdi algumas horas preciosas. Todos dormiam a soneca da tarde e eu preferi me manter acordada, afinal "tinha" o que fazer. E não o fiz.

Foi ai que, em algum momento da tarde, percebi que NÃO precisava fazer nada. Pensar na demanda que me aguarda amanhã na agência. Ver se tinha alguma roupa para trabalhar. Fazer coisas para o blog. E simplesmente porque eu não estava bem disposta para nenhuma dessas atividades. Me senti perdida e deslocada, acreditando que não sei quem sou e qual é meu caminho. Isso me causou angústia, mas lembrei que não passa de um sentimento constante e que a novidade era apenas lidar com a "não" atividade do dia. Não fazer, não criar, não pensar. Simplesmente em direito da minha própria paz.

Se for para ter algo aqui, e na vida, nessa semana que começa, terá a partir de amanhã, às 9h, quando o expediente começar novamente. Para agora, talvez um pouco de TV, um banho quente e um pouco de conversa, já que não me veio o sono (que nunca vem antes das 0h) do fim de domingo.

Uma boa semana a todos.
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