segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Diário da blogueira: Jericoacoara - Alimentação

Como Jeri é pequena você pode pensar que não terá lugar que agrade seu paladar, mas por ser uma vila tão cosmopolita e receber tanta gente de tanto lugar do mundo, existem todos os tipos de restaurantes possíveis e imagináveis. Vi desde o árabe, ao mexicano, passando pelo japonês e indo de encontro ao italiano. Fora esses, também tem restaurantes com a culinária regional, sorveterias, padarias e mercadinhos. Apesar de ter apenas cinco ruas principais, sua barriga está bem amparada.

Chegamos segunda feira à tarde e fomos dar uma volta para conhecer o lugar, depois de dar a maior volta pela Praia da Malhada (explico melhor depois) chegamos na beira da praia principal e alcançamos os restaurantes e bares que ficam ali. A Vanessa há havia me contado de um lugar que vendia crepe e quando chegamos o Rames também indicou. O lugar se chama Naturalmente e é bem aconchegante. Lá escolhemos crepes salgados (comi um de frango e o Th um de calabresa) e sucos diferentes do cardápio, o que deu por volta de R$45 reais, meio caro para um lanche da tarde, mas não almoçamos na parada da viagem, então tudo bem.


Voltamos para o hostel para um banho e resolvemos dormir um pouco, já que tinha sido uma longa viagem, e depois saímos para jantar. Andando pela vila, procuramos locais que nos agradasse e paramos num balcão para tomar caipirinhas. Comprovado, as caipirinhas em Jeri são as melhores por apenas, pasmem, R$8 reais.


Esse balcão fica em frente ao restaurante Senzala e bastou o Thiago ler de longe "Picanha Argentina" que nenhum outro cardápio seria capaz de nos conquistar naquele momento. Pensamos que por ser um prato diferenciado seria caro, mas o valor era ok: R$38 com duas guarnições, mas sabendo que não tínhamos feito uma refeição decente no dia, pedimos também um prato de filé mignon com fritas, com duas guarnições por R$30 reais. Tomamos Heineken para refrescar. Considerando que Picanha já é normalmente cara, a argentina estava com preço bom e com o gosto melhor ainda (saudades Senzala <3).


Saindo de lá subimos a Rua Principal e encontramos a pracinha e a sorveteria italiana super famosa, Gelato & Grano. Sabendo da minha paixão por sorvete, o Th me levou lá e me deixou escolher, então sentamos na pracinha para provar um dos melhores sorvetes da história. O pote com 3 sabores custa R$11 e eles não aceitam débito, mas também tem o potinho com dois sabores. Eu não achei caro, se tratando de sorvete italiano e ele vem bem caprichado.

No dia seguinte decidimos ficar na vila para curtir o lugar e deixamos os passeios para os outros dias. Fomos na praia de manhã e tomamos umas cervejinhas (parece que nosso relógio biológico fica todo doido nas férias), e quando resolvemos almoçar, quis ir num restaurante com cara de Brasil, o Dona Amélia. Ele é bem comida caseira, sabe? Tudo servido nos pratos de cerâmica e com um ambiente bem rústico. O Thiago e eu não somos acostumados e nem sabemos comer peixe, mas olhando o cardápio resolvemos escolher um para "porvar". Escolhemos peixe ao molho de camarão e vinha arroz, purê de batata, salada, farofa e feijão para acompanhar, tudo por R$70 reais o prato para duas pessoas. Não tirei foto de lá, mas é bem fácil de enxergar e conhecer, afinal lá tem forró de quarta e sábado.

À tarde paramos num beco para tomar açaí na lojinha "Açaí Brasil". Eu tinha tirado uma soneca e ainda estava meio sonolenta-chata e o dono da lojinha estava a fim de contar a história dele de como ele largou tudo em Fortaleza para viver em Jeri e tudo mais. Percebi que muitos lá fizeram isso. Bom, o açaí! O copão de 500ml custou R$9 reais e uma confusão à parte, acontece que eu não sabia que o açaí vendido em SP já era batido com o pó de guaraná para ficar docinho e me deu um nó na cabeça quando ele começou a explicar como deveria ser feito para ficar gostoso. Achei ok, prefiro meu açaí extremamente doce e gelado de SP.

Já à noite escolhemos jantar num lugar que estava vazio e tinha porções, já que eu não estava com tanta fome. Fomos no Espaço Aberto. Acho que ele não é muito badalado, pois sempre está vazio, mas tem preços baixinhos e é gostosinho. Lá pedimos uma porção de camarão e queijo coalho empanados e uma porção de batata frita com mais umas duas cervejas, totalizando R$30, aproximadamente e depois fomos para o balcão tomar uns bons drinks.


Desculpem por algumas fotos serem de celular e granuladas, acontece que eu não fiquei o tempo inteiro com a câmera (e ainda sim ela ficou com areia por dentro :c), depois conto o resto da saga alimentícia em Jeri!

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